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Encontros Improváveis

Histórias sobre tudo e sobre nada

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Encontros Improváveis

23
Fev18

30 em 2017

Sim, eu sei que estamos no fim de Fevereiro. Mas ainda podemos falar do ano passado, certo? Até porque, às vezes, precisamos de algum tempo para pensar no que realmente fizemos (bom ou mau ou assim, assim) e isso nem sempre acontece no final do calendário.

 

Em 2017, fiz 30 anos. E, copiando a ideia de Austin Kleon (que escreve, cria e tem óptimas ideias sobre criatividade — incluindo um livro “Steal like an Artist”), resolvi fazer o mesmo para os meus 30 momentos de 2017, com a certeza que quero fazer disto uma tradição.

 

  1. Redescobrir a biblioteca da FLUP.
  2. Fazer parte das Pandoras, um clube de leitura mensal da Confraria.
  3. Apostar em algo diferente e participar num workshop de escrita da Rita da Nova.
  4. Ir pela primeira vez ao Fantasporto (mesmo tendo adormecido a ver o filme escolhido). Acabar por ver o filme de estreia que queria ter visto no Arrábida.
  5. Apresentar um projecto sobre nanotecnologia na UNESCO, em Paris.
  6. Perceber (em parte) o que é o síndrome de Stendhal ao ver o espectáculo de dança ItMoi.
  7. Correr a primeira meia maratona no Douro (e perceber que devia ter treinado mais antes!)
  8. Dar uso a todos os cadernos bonitos que tenho para praticar caligrafia.
  9. Fascinar-me pelo mundo dos bullet journals e usar o meu o ano todo.
  10. Conhecer a beleza de Formentera.
  11. Perceber o quanto gosto do pôr do sol, especialmente este.
  12. Ir, pela primeira vez, ao cinema Trindade e ainda não ter conseguido perceber até que ponto o Quadrado teve impacto em mim.
  13. Experimentar a obsessão: “I am human, nothing more than human”.
  14. Descobrir que no Porto se pode comer óptima comida japonesa sem ser sushi, sem ter molho como estrela principal e sem pagar uma exorbitância por isso.
  15. Num dia particularmente mau, e que ainda piorou depois disso, sorrir com a ternura do Miguel em Coco.
  16. Ter a melhor refeição na Grécia no Anemoloos, mesmo com vinho entornado.
  17. Conhecer Best Youth num concerto no Mercado Bom Sucesso.
  18. Querer ser como a Sónia Braga em Aquarius.
  19. Passar a ter um antes da e depois da experiência Euskalduna Studio.
  20. Pode um filme ser feito de propósito para nós?
  21. Visitar a Ásia em Lisboa, na melhor companhia: parte 1parte 2 e parte 3. Visitar Taiwan no Porto.
  22. Pode uma música ser feita de propósito para nós? Parte 1 e parte 2.
  23. Cantar no carro.
  24. Ir ao primeiro festival de música só por causa de Parov Stelar e The XX no NOS Alive.
  25. Passar um filme inteiro em suspense e continuar a acreditar no poder das histórias bem contadas e das bandas sonoras sublimes.
  26. Deixar os sentimentos contraditórios e o desassossego levarem a melhor.
  27. Apaixonar-me por Milão e a Itália rural no Verão.
  28. Ler 30 livros.
  29. Recomendar uma série brasileira: 3%
  30. Sentir o desconforto num ciclo de espectáculos sobre Deslocações no Teatro Municipal do Porto.

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